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Vivencie seus fetiches e prazeres de forma segura e responsável!

Eu sei bem como é difícil aprender e praticar o BDSM, porque a internet está cheia de textos rasos e sem fundamento algum. Também sei que cada vez que esse assunto volta, te causa interesse, te gera fascínio, você percebe que isso te atrai, mas não está seguro o suficiente para começar a praticar.
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Eu já estive
no seu lugar!

Quando começamos a pesquisar sobre BDSM na internet, encontramos afirmações sobre as palavras Bondage & Disciplina, Dominação & Submissão, e Sadismo & Masoquismo, mas apenas reforçar o acrônimo não explica o que é e como funcionam as práticas.
 

Se você se acha um dominador ou uma dominadora apenas porque você assistiu a um filme e se identificou com aquilo, provavelmente você irá reproduzir algum abuso e será taxado como RED FLAG
 

Você como submisso ou submissa também precisa ter conhecimento para se entregar para alguém, mas quanto mais pessoas perdidas estiverem por aí reproduzindo merda, menos teremos aceitação social e BDSM sempre será taxado como sinônimo de violência e abusos.
 

Você não está errado por ter uma expressão de prazer diferente, você precisa entendê-la e encontrar pessoas que queiram praticar junto contigo de forma consensual e responsável, o resto é apenas julgamento externo e pessoas reproduzindo achismos como se fossem verdades absolutas.
 

Eu tive dúvidas e fui atrás, agora quero te ajudar a fazer o mesmo.

Quem sou eu?

Pesquiso fetiches desde 2010 e comecei a praticar em 2013. Dou palestras sobre fetiches, entrevistas, além de mentorar alguns novatos a respeito do universo BDSM.

 

Me chamo Júlio Augusto e no BDSM sou o Sadic. Descobri que tinha fetiches ainda com minha primeira namorada, entre 2008 e 2009, e nós dois buscamos entender um pouco mais e conhecemos outros adeptos navegando pelas comunidades do Orkut. O relacionamento acabou não indo para frente, mas a curiosidade continuou.

 

Comecei a estudar assiduamente em 2010 e assim como vocês, alguém também me ensinou. Tirou todas as minhas dúvidas iniciais, explicou categoricamente cada termo para que eu não me perdesse e apenas mais tarde, em 2013, voltei a ter contato com o BDSM de uma forma mais organizada e já sabendo o que estava fazendo. Venho praticando cotidianamente desde então.

 

Fui o programador responsável por desenvolver a rede social BDSM LOVERS em 2013 e tive uma boa noção social e geográfica do nosso país em relação à comunidade fetichista. Nós ainda estamos distantes de ser uma comunidade unida e responsável e acredito que o conhecimento e consciência social seja o melhor caminho para mudarmos esse cenário.

 

Tenho como objetivo propagar o conhecimento e não me aproveitar dele, então hoje dou palestras sobre fetiches, produzo conteúdos semanais sobre BDSM, sexualidade e fetiches no meu IGTV e YouTube, além de ser colunista fixo aos sábados no site DOM BARBUDO.

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O que já falaram
sobre o conteúdo:

Bluemoon (Dominadora)

Firmeza nas palavras, postura clara e aberta, bom embasamento técnico em relação à práticas e seu posicionamento dentro do meio. O Sadic é uma pessoa muito responsável e que coloca tudo de si no que faz. É capaz de prover discernimento e orientação a todos mas só dedica sua atenção aos que realmente merecem. Conheço o BDSM a dez anos, tenho dificuldade de manter contato com pessoas sérias e pude reconhecer isso na postura dele desde o primeiro contato. Amo estudar sobre isso. Utilizo de alguns portais como o do Senhor Verdugo. Em geral estudo sobre aspectos da psicologia, anatomia, vieses sociais e posicionamento do indivíduo em relação aos seus grupos de convivência. Todas essas áreas de conhecimento impactam num bom direcionamento das posses e ver que o Sadic tinha o mesmo posicionamento me interessou. Vejo o BDSM como um estilo de vida e uma maneira de buscar auto conhecimento e auto realização. Conhecer Ele me deu alguns ajustes nessa percepção e me sinalizou que este é um bom modo de caracterizar as minhas vivências.

Nicolly (Submissa iniciante)

Gosto da forma que o Senhor Sadic fala. Acho bem fácil de entender, principalmente pela linguagem

Laka (dominadora iniciante)

Tem muita didática e o dom da oratória. Muitos amigos estão aprendendo também!

CONHEÇA
O PROGRAMA

Estudar o BDSM é entender uma sopa de letrinhas como SSC, RACK, PRICK, mas também compreender o movimento social estadunidense sobre sexo e sexualidade! Sem se apegar aos termos, o conteúdo inteiro está dividido em 6 módulos, com 8 aulas, 3 filmes e 3 livros, além de materiais extras que vão sendo introduzidos mensalmente. 

Módulo 1: Introdução ao BDSM.

Módulo 2: O que é BDSM?

Módulo 3: Do que você gosta? Identificando seus prazeres e fetiches.

Módulo 4: Meus fetiches são doenças ou perversidades?

Módulo 5: Saindo da teoria e indo pra prática!

Módulo 6: Material de Apoio!

Todo o conteúdo já está disponível
e seu acesso será vitalício
! 



Além da matrícula, você não precisa pagar mais nada por ele. Sua única responsabilidade será estudar e se entender cada vez mais. Além disso, irei te acompanhar e tirar todas as suas dúvidas durante o seu processo dentro do BDSM. 

Não é igual ao #CaféFetichista, pois junto das aulas extras disponibilizarei os livros que consultei, as teses acadêmicas em que estou me baseando e filmes que reforcem a ideia para que o conteúdo fique claro e didático!
 

Curso 100% online

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Você faz o seu ritmo de estudos!

Consultoria

Você terá o meu whatsapp para tirar dúvidas sempre que quiser, eu escuto áudio e posso atender suas ligações! Será um prazer auxiliar

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100% Garantido!

Se em 7 dias você não estiver 100% satisfeito com o curso, você só precisa me escrever um e-mail e pedir seu reembolso. Simples assim.

Eu vou devolver seu dinheiro, sem perguntas ou questionamentos.

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Nada do que irei falar durante
o curso é achismo
e eu posso provar:

  • ASSADI, Tatiana Carvalho. O laço e o nó na montagem perversa: um estudo sobre a perversão feminina. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas, Campinas, SP: 2007.

  • ÁVILA, Raquel B. R.; CARVALHO, Gabriel Z. Erotismo Monocromático: a influência de “50 Tons de Cinza” na Erotika Fair. Campo Grande: Revista Composição, 2015. p. 491-512.

  • AZEVEDO, Wilma. Sadomasoquismo sem medo. São Paulo: Iglu Editora,1998.

  • BALDWIN, Guy. Ties that bind. Los Angeles: Daedalus Publishing Company, 1993.

  • BAUER, Robin. Queer BDSM Intimacies: Critical Consent and Pushing Boundaries. University of Hamburg, Germany: Palgrave Macmillan, 2014.

  • BENJAMIN, Jessica. The bonds of love. New York: Pantheon Books, 1988.

  • BIENVENU II, Robert V. The development of sadomasochism as a cultural style in the twentieth-century United States. Indiana University, 1999.

  • BINET, Alfred. Le fétichisme dans l'amour. Paris: Editions Dupleix, 2013.

  • CRUZ, Ariane. The Color of Kink: Black Women, BDSM, and Pornography. New York: New York University Press, 2016.

  • EASTON, Dossie; Hardy, Janet W. Ética do amor livre: guia prático para poliamor, relacionamentos abertos e outras liberdades afetivas. Trad. Christiane M. T. Kokubo. São Paulo: Editora Elefante, 2019.

  • ________________. The New Bottoming Book. San Francisco: Greenering Press, 2001.

  • ________________. The New Topping Book. Oakland: Greenering Press, 2001.

  • FACCHINI, Regina; MACHADO, Sarah Rossetti. Do Sadomasoquismo Erótico ao BDSM: discursos de legitimação, direitos sexuais e convenções sociais sobre gênero e sexualidade no contexto brasileiro pós-redemocratização. Seminário Internacional Fazendo Gênero 10 (Anais Eletrônicos), Florianópolis, 2013.

  • ________________. "Praticamos SM, repudiamos agressão": classificações, redes e organização comunitária em torno do BDSM no contexto brasileiro. Sexualidad, Salud y Sociedad. Rio de Janeiro, 2013.

  • FOUCAULT, Michel. A História da Sexualidade I: A vontade de saber. Trad. Maria Thereza da Costa Albuquerque e J.A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro: Graal, 1999.

  • ________________. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1998.

  • FREUD, Sigmund. Obras completas, volume 6: três ensaios sobre a teoria da sexualidade, análise fragmentária de uma histeria (“O caso Dora”) e outros textos (1901-1905) / Sigmund Freud; tradução Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

  • GAGO, Verônica. A potência feminista, ou o desejo de transformar tudo. São Paulo: Editora Elefante, 2020.

  • HARARI, Yuval Noah. Sapiens - Uma Breve História da Humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. São Paulo: L&PM, 2015.

  • HÉBERT, Ali; WEAVER, Angela. An examination of personality characteristics associated with BDSM orientations. In: The Canadian Journal of Human Sexuality. University of Toronto Press, 2014. p. 106-115.

  • HITE, Shere. O Relatório Hite: Um Profundo Estudo sobre a Sexualidade Feminina. Rio de Janeiro: Difel, 1978.

  • ________________. O Relatório Hite sobre a Sexualidade Masculina. Rio de Janeiro: Difel, 1982.

  • ________________. Relatório Hite Sobre a Família, Crescendo Sob o Domínio do Patriarcado. Rio de Janeiro: Bertrand Editora, 1995. 

  • HUIZINGA, Johan. Homo ludens. Trad. João Paulo Monteiro. São Paulo: Perspectiva, 2019.

  • JUNG, Carl Gustav. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. Trad. Maria Luiza Appy, Dora Mariana R. F. da Silva. Petrópolis, RJ: Vozes, 2016.

  • ________________. O Homem e seus Símbolos. Trad. Maria Lúcia Pinho. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2016.

  • KLEINPLATZ, Peggy J; MOSER, Charles. Sadomasochism: powerful pleasures. Nova York: Routledge, 2011.

  • KRAFFT-EBING, R. Psychopathia Sexualis: as histórias de caso. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

  • LINDEMANN, Danielle J. Health discourse and within-group stigma in professional BDSM. In: Social Science & Medicine 99: Elsevier, 2013. p. 169-175.

  • MCCLINTOCK, Anne. Couro imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Trad. Plínio Dentzien. Campinas, Editora da Unicamp, 2010.

  • MORRIS, Desmond. O Macaco Nu - Um Estudo do Animal Humano. Rio de Janeiro: Record, 1969.

  • PLANT, Bob. Playing games/playing us: Foucault on Sadomasochism. In: Philosophy & Social Criticism. SAGE Publications, 2007. p. 531–561.

  • PRECIADO, Beatriz. Manifesto Contrassexual. São Paulo: N-1 Edições, 2014.

  • RUBIN, Gayle. "The leather menace: Comments on politics and S/M." In: SAMOIS (Organization e Ed.), Coming to power: Writings and graphics on lesbian S/M. Boston: Alyson Publications, 1981. p. 194-229.

  • SAFATLE, Vladimir. Fetichismo – Colonizar o Outro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.

  • SALANOVA, Marisol. Orígenes de la iconografía BDSM en la estética postporno. Dissertação (Mestrado) – Universitat Politècnica de València. Facultad de Bellas Artes, 2007.

  • SANTOS, Raíra B. Castelos de Pixels: Relacionamentos BDSM no Mundo Digital Virtual 3d Second Life. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Santa Maria, 2016.

  • SCOTT, Catherine. Thinking Kink: The Collision of BDSM, Feminism and Popular Culture. North Carolina: McFarland & Company, 2015.

  • VANCE, Carole S. Pleasure and Danger: exploring female sexuality. Boston: Routledge & Kegan Paul, 1985.

  • WISEMAN, Jay. SM 101: A Realistic Introduction. San Francisco: Greenering Press, 1996.

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